O que a interpretação jurídica pode aprender com a interpretação artístico-literária

Autores

  • Felipe Rodrigues Xavier

Palavras-chave:

direito, direito objetivo, obra literária, verdade

Resumo

O artigo pesquisa aproximações entre a interpretação de uma obra literária com a interpretação de uma prática social complexa como o direito. Algumas transformações operadas pela filosofia de Wittgenstein, principalmente, no que tange ao trabalho, nos conceitos de verdade e objetividade, reestruturam o estatuto teórico-filosófico da interpretação jurídica, seus objetivos e possibilidades.

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Biografia do Autor

Felipe Rodrigues Xavier

Doutorando em filosofia e teoria geral do direito pela USP. Mestre e bacharel
em direito pela UNESP. Autor de “Interpretação e aplicação do direito nos
positivismo(s) jurídico(s)” e dezenas de outros trabalhos publicados no Brasil e
no exterior. Ex-editor-chefe de revista acadêmica (Revista de Estudos Jurídicos -
REJ/UNESP). Pesquisa filosofia e teoria do direito, com ênfase em interpretação
geral, jurídica e artístico-literária, as relações entre direito e moral, teorias
contemporâneas do direito, epistemologia e literatura. Professor de direito.
Advogado e consultor jurídico. Membro da comissão de direito imobiliário
da 3ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo. Poeta.

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Publicado

31-08-2023

Como Citar

XAVIER, F. R. O que a interpretação jurídica pode aprender com a interpretação artístico-literária. Revista do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, [S. l.], v. 35, n. 2, p. 205–217, 2023. Disponível em: https://revista.trf1.jus.br/trf1/article/view/481. Acesso em: 22 fev. 2024.